• melody erlea

lady linn and her magnificent 7

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em 2019 eu me apaixonei por um cover que ouvi no rádio: era uma versão jazzy-retro-soulish da música i don't wanna dance, originalmente gravada por eddie grant, um cantor que mistura uma pegada reggae com influências do motown, funk, soul e dá aquele toquinho pop que a gente ama. i don't wanna dance, de 1982, foi o grande hit dele - fora a canção baby come back, que foi sucesso em 1968, quando eddie grant tocava na banda the equals.


a versão que eu ouvi no rádio era da lady linn and her magnificent seven, e além da sonoridade retrô gostosinha tinha a voz absolutamente delícia de lady linn (que me fez lembrar da melhor comunidade do orkut: ~vozes comestíveis~, pra apreciadores de vocalistas cujas vozes são tão deliciosas que dá vontade de comer. a capa da comunidade era o lindo do david jones, do monkees, que definitivamente é 1 das vozes mais comestíveis da história. lady linn tá no páreo).



pra acompanhar o som vibezêra, quando vi o clipe apaixonei mais ainda: é tudo esteticamente equilibrado, num visu retrô que vai do mod ao 50s ao burlesco ao jane-birkin-chic, não apenas no figurino da lady linn, mas como nas temáticas dos clipes e em toda a estética visual da banda.


e, meu, não tem como eu querer me enganar: cê me manda um sonzinho delícia com uma vocalista vintage-vibes e franjinha sessentista, é tipo dar um petisquinho pra matilda, não tem como eu não querer devorar.


a lady linn tem todo esse charme não é à toa: distante do mercado musical norte-americano, a cantora é belga (de uma parte da bélgica onde se fala holandês, uma loucura), e além dessa bigband, ela tem outros projetos musicais, que vão do eletrônico ao hip hop. A MULHER É UM FURACÃO.



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